no episódio de hoje do minha língua é mais rápida que o meu cérebro eu saí pra comprar um borrifador. pense na falta do que fazer de uma pessoa que sai em pleno feriado procurando uma farmácia aberta, tudo porque desistiu de estragar o cabelo por partes e resolveu destruí-lo de forma mais homogênea.
daí eu entro na farmácia e:
- precisa de ajuda, senhora?
- preciso. tô procurando um defumador.
defumador.
eu pedi um DEFUMADOR na farmácia.
tá bom? de maluquice? acho que tá, hein. podia ter pedido junto uns charutos, uma galinha preta, sei lá. que aí fazia logo um despacho pra esse caboclo da língua solta que está aloprando minha vida.
defumador.
eu pedi um DEFUMADOR na farmácia.
tá bom? de maluquice? acho que tá, hein. podia ter pedido junto uns charutos, uma galinha preta, sei lá. que aí fazia logo um despacho pra esse caboclo da língua solta que está aloprando minha vida.
acaba que não tinha borrifadores e/ou defumadores à venda. e eu passei por doida em vão oooutra vez.
não tá fácil pra ninguém, mizifi.
Olá. caramba! Adoreiiii!
ResponderExcluirMaravilhoso esse seu post, pensei que eu era a única nesse planeta que dava uma dessas, vez ou outa!
adorei teu blog!
Beijokas
e das velas! pra despachar as oferendas de pascoa.
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