duas questões edificantes:

1. como que a gente consegue estabelecer - sem margem para existencialismo nem mimimi bêbido depois de 4 taças de vinho duvidoso - o limite entre o que é cuidar da própria vida e o que é ser egoísta? porque quais as chances de tirar alguém do poço se você mesma está lá embaixo junto e nem rola uma cordinha? será que é tudo um grande salve-se quem puder?

2. é possível ponderar esse tipo de coisa sem COMER O MUNDO NO PROCESSO? eu e um pacote de doce de leite em cubinhos chamado xamego bom (põe bom nisso, rapaz) temos uma certa urgência na resposta.

obrigada.