mas nada é tão ruim que não possa piorar

e por razões que o próprio masoquismo desconhece virei a noite assistindo welcome to the dollhouse. pra acompanhar toda essa auto-análise desenfreada de meu deus. e depois nunca mais dormi na vida, óbvio.

porque aparentemente revisitar o passado de 75 formas diferentes e uma pior do que a outra ainda não tá de bom tamanho.

por que será que eu faço esse tipo de coisa, não é mesmo?


precisa?