sexta-feira fui à exposição do tarkovsky e saí de lá pensando se não seria o caso da gente fechar todos os tumblrs e flickrs e instagrams do universo porque né, o que ele fazia com uma polaroid a gente não consegue imitar nem com 15 filtros do pixlr-o-matic.


na saída da exposição passa esse documentário intercalando depoimentos com trechos do diário e dos filmes dele, e em um momento larissa diz que só teve noção do quanto andrei a amava ao ler seus diários, depois da sua morte. e que se ela tivesse sabido antes, a vida dela teria sido tão mais fácil. e eu precisei levantar e ir ali tomar um ar porque isso define tanto a mim e às coisas que não falo e não faço, ou não expresso com a veemência merecida. ou até expresso, mas depois vou lá e arruino tudo.


estou achando tudo tão chorável.
e não, não é tpm.