aluninho de 6 anos só conclui seus afazeres mediante muita conversa, muita motivação, muito incentivo. engraçado que eu consigo, né. incentivar os outros. aí quando acaba a manhã eu venho pra casa deitar em posição fetal porque não consigo motivar a mim mesma.

sempre muito divertido ser eu.

só que aluninho tem uns papos de menino e fico ali num desespero porque né? só mulher nessa família. desconheço os procedimentos para lidar com exemplares do sexo masculino (de todas as idades, inclusive. mas acho que já deu pra notar isso.) e compenso minha ignorância fazendo qualquer coisa que ele sugira pra não deixar o samba morrer. tamos firmes na vibe drácula no momento. ele grita SOU UM VAMPIRO e finge que me morde e meu papel é basicamente morrer. assim umas 77 vezes. no chão, de preferência. 

aí hoje chego em casa e descubro que numa das morridas sentei num pedaço de massinha e passei o resto do dia indo aos mais variados lugares com uma mancha azul na bunda.

sucesso total.


(mas o que fode, o que realmente fode, é que desde que todo esse ritual começou eu estou com

ô ô ô ô-ô-ô, qui terrô!
ô ô ôôô ô ô
adançadovampiiiiro

na cabeça. repetindo todavida na vitrola mental, especialmente quando vou dormir.
depois, numa livre associação de idéias, também toca a dança da manivela.
depois tocam TODOS OS AXÉS DA DÉCADA DE 90.
e aí são 6 da manhã e o despertador toca e eu me estrebucho e chuto as cobertas e xingo.)

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